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Polícia Federal deflagrou operação contra desvios de recursos públicos da Educação, em Barreiras — Foto: Divulgação/Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) uma operação contra fraudes em licitações e desvio de recursos públicos destinados à Educação, repassados pela União ao município de Barreiras, no oeste da Bahia. Ao todo, 16 mandados de busca e apreensão foram expedidos para as cidades de Barreiras, São Desidério e Salvador, na Bahia, e para Belo Horizonte, Contagem e Divinópolis, em Minas Gerais.
De acordo com a PF, as investigações que deram origem à Operação Kindergarten foram iniciadas no ano de 2020, com base em informações apresentadas pelo Ministério Público Federal, que indicavam a constituição e a contratação fraudulenta de um consórcio formado por empresas, sem estrutura operacional, para a reforma de escolas municipais em Barreiras. Essas reformas ocorriam por meio do Contrato nº 208/2017, firmado pela prefeitura de Barreiras, em decorrência de adesão a uma Ata de Registro de Preços vigente no município de Ilhéus, no sul da Bahia.
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Ao todo, foram expedidos 16 mandados de busca e apreensão para cidades na Bahia e Minas Gerais — Foto: Divulgação/Polícia Federal
Em investigação conjunta da Polícia Federal com o Ministério Público Federal, foi identificada a contratação de outras empresas do ramo de Engenharia, por meio de procedimentos licitatórios fraudulentos, com indícios de superfaturamento, para a elaboração de projetos executivos, reformas e construção de escolas.
Nesta quinta-feira, cerca de 80 policiais federais cumprem os 16 mandados de busca e apreensão, que foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Ainda de acordo com a PF, os responsáveis pelos crimes investigados responderão pela prática de fraude a licitação, falsidade ideológica, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa, crime de responsabilidade e lavagem de dinheiro.
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Investigações apontaram contratação de empresas do ramo de Engenharia, por meio de procedimentos licitatórios fraudulentos, com indícios de superfaturamento, para a elaboração de projetos executivos, reformas e construção de escolas — Foto: Divulgação/Polícia Federal
Autoria: G1 Bahia