
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Depois dos atos golpistas do dia 8 de janeiro, militares da ativa que estavam presentes nos atos de destruição das sedes dos três poderes, tem gerado uma crise em razão da definição da forma de puni-los. As discussões ocorrem entre representantes do Executivo e do Judiciário.
O ministro do STF Alexandre de Moraes, relator dos processos envolvendo a ações antidemocráticos, quer manter todas as ações, independentemente da condição dos réus. Já o governo, a princípio, preferia que os fardados fossem julgados pela Justiça Militar, o que seria uma forma de melhorar as relações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com as Forças Armadas.
Entre os juristas, especialistas no assunto, também não há unanimidade. Para alguns, não basta que o réu seja militar para o caso ir para a Justiça especializada. Seria necessário que o crime também fosse tipificado como delito militar
Autoria: Metro 1